sábado, fevereiro 13, 2010

Ilustrarte 2009 - Bienal Internacional de Ilustração para a Infância

http://static.publico.clix.pt/docs/cultura/ilustrarte2009/


Até 4 de Abril , mas só em PORTUGAL.

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Também , por enquanto , só em Portugal !


Título original: Precious
Género: Drama
Classificacao: M/12
EUA, 2009, Cores, 110 min
A viver no bairro pobre de Harlem, em Nova Iorque, Clareece "Precious" Jones (Gabourey Sidibe) é uma mãe adolescente de 16 anos, negra, analfabeta e obesa, a sofrer de todo o tipo de maus-tratos pela própria família. Inserida num programa de alfabetização para adultos, ela vai, pela primeira vez, conhecer o amor e a amizade através de Ms. Rain (Paula Patton), uma professora determinada a ensinar-lhe o quão preciosa é a vida.
Um filme dramático baseado no livro "Push", de Ramona Lofton (sob o pseudónimo Sapphire), com a realização de Lee Daniels e com a produção de Oprah Winfrey e Tyler Perry. Nomeado para seis Óscares, entre os quais melhores filme, realizador, actriz (Gabourey Sidibe) e actriz secundária (Mo'Nique), o filme tem em Portugal o apoio da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), que aproveita o mote para trazer novamente à ordem do dia a discussão sobre as vítimas de violência doméstica.
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Parece interessantíssimo . Será que não cai no apelo do filme facilmente consumível ? Vamos esperar e ver.
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quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Interlocução

Em meio à minha solidão surda,
falo sem parar. Não me ouço ,

não te escuto, e quando você fala,
o som baixo em sua voz
marca ainda mais sua paciente presença muda

entre as minhas falas ansiosas , estúpidas , sem sentido.
E você esbravejou.
Será o fim ? , o desencanto ?
mal começamos e ...
é o amor a incomunicabilidade?
Falta clareza ?
Sobram palavras.
Calemos agora.

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sábado, janeiro 30, 2010

Saber é estar aquém, o Sujeito é o recuo

“(...) , o saber é essencialmente uma maneira de o ser estar aquém. É uma maneira de se reportar aos eventos , conservando ao mesmo tempo o poder de não estar implicado neles. O sujeito é o poder do recuo infinito, o poder de achar-se sempre atrás do que nos acontece.”

In Emmanuel Lévinas , DA EXISTÊNCIA AO EXISTENTE, Ed. Papirus , p.55


Não sei se o filósofo acreditava no afastamento do sujeito, nesse "não estar implicado". Estamos totalmente "implicados" , não é ? Acho que ele quis dizer isso em "conservando o poder de não estar implicado", esse esforço de objetividadade nem sempre possível.

Curioso : Jacques Derrida escreveu "Adeus a Emmanuel Lévinas" ( no Brasil, editado pela Editora Perspectiva) . Derrida foi admirador do filósofo considerado "francês" , mas nascido numa família judaica na Lituânia em 1906 . Faleceu em 1995 .

Lévinas e Sartre , dois existencialismos : o levinasiano humanista ( o da alteridade) e o sartriano ( o da náusea)
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Agora vou ler : em EDUCAÇÃO & SOCIEDADE , o artigo "EMMANUEL LEVINAS: PARA UMA SOCIEDADE SEM TIRANIAS", de Rossana Rolando. Parece interessante. Começa com uma citação de outro pensador , Léon Blum , bem apropriada as atividades educativas, "Nós trabalhamos no presente não para o presente" . E ainda apresenta o pensamento de Lévinas , que parte de questionamentos tais como: o homem chegou "tarde a um mundo que não nasceu de seus projetos".

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302001000300005

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quinta-feira, janeiro 14, 2010

Além de Fernando Pessoa, há outros entre "os azulejos portugueses".







(imagem extraída da Wikipedia )Poema de Sá de Miranda em Azulejos na Casa do Barreiro, Gemieira, Ponte de Lima

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(trecho de um outro poema:)

Comigo me desavim,
Sou posto em todo o perigo:
Não posso viver comigo
Nem posso fugir de mim
( ... )
Pois que trago a mim comigo
tamanho inimigo de mim?

Sá Miranda (1481-1558) , nasceu em Coimbra.
http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/miranda.htm
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terça-feira, novembro 03, 2009

Adieu


Em acampamento na Amazônia , em 1935 , onde esteve com índios Bororo e Caduveo.
Aos 97 anos, em 2005, quando recebeu o 17o Prêmio Internacional Catalunha, na Espanha, Claude Levi-Strauss, declarou : "Fico emocionado porque estou na idade em que não se recebem nem se dão prêmios, pois sou muito velho para fazer parte de um corpo de jurados. Meu único desejo é um pouco mais de respeito para o mundo, que começou sem o ser humano e vai terminar sem ele - isso é algo que sempre deveríamos ter presente".

Citado em http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/11/03/ult1859u1791.jhtm

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